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Tecnologia da informação: até que ponto a sua utilização beneficia o segmento bancário?

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27/06/2020

Imagem: Banco de Imagens

Os Bancos são instituições do segmento de finanças responsáveis por gerenciar operações para os clientes, utilizando os dados para gerar informação. Stair (1998) comenta que a informação é um ativo para a empresa de extrema importância, e que não pode ser confundido com dados, apresentando uma significativa diferença. Os dados representam uma parte menor, enquanto a informação é o conjunto de dados responsáveis por criar um conhecimento utilizado para determinada finalidade.

Em relação aos bancos, tantos os dados quanto as informações são gerenciadas pela tecnologia da informação. Essa ferramenta é capaz de solucionar problemas que, muitas das vezes, a atividade humana não é suficiente, otimizando os serviços em prol da empresa e, acima de tudo, os clientes. Essa ferramenta também é utilizada pela organização para se diferenciar no mercado competitivo. Porter (1986) afirma que a tecnologia da informação, quando bem gerenciada, garante a empresa uma vantagem em relação aos demais, assim como gera um valor perceptível para o cliente/consumidor.

A tecnologia da informação vai além daquilo que está mais próximo dos bancos, com essa ferramenta sendo disponibilizada para o cliente para agilizar determinados processos através dos smartphones. Salehan e Negahban (2013) aponta que o constante crescimento do uso dos smartphones, assim como a expansão da internet, possibilita que o cliente possa cada vez mais ser beneficiado pela tecnologia e a partir do momento que o banco nota esse benefício, a vantagem é percebida como um ponto positivo, mas nem sempre é vantajoso para o cliente. Por trás de todo esse complexo sistema há uma segurança que deve ser gerenciada com cautela, correndo o risco de expor falhas da empresa.

Garba, Armarego e Murray (2015) alertam que as organizações devem enxergar a tecnologia como uma ferramenta poderosa para vantagem competitiva, mas que também pode ser uma “faca de dois gumes”, especialmente quando aquilo que está colocado em pauta, que vai desde registros pessoais dos clientes até um alto volume de transação financeira.

Um outro ponto que deve ser levado em consideração pelas organizações e que pode beneficiá-los é a implementação dos esforços para otimizar as operações financeiras através do uso dos smartphones, ainda que uma parte dos clientes não tenha acesso a essa ferramenta. Kempson, Atkinson e Pilley (2004) alertam que a camada social mais vulnerável é excluída desse segmento, dificultando que os mesmos tenham acessos a operações financeiras por diversos motivos: ausência de documento para comprovar renda, barreiras culturais e um grande histórico de inadimplência.

Ainda que o smartphone e toda a tecnologia da informação seja capaz de facilitar o acesso, percebe-se que a vantagem competitiva beneficia apenas as organizações, que farão de tudo para beneficiar aqueles que possuem conhecimento do sistema, que já são clientes, enquanto que os indivíduos mais vulneráveis infelizmente continuarão marginalizados. Prahalad (2010) possui uma visão mais holística ao comentar que é um desafio para os bancos conseguir compreender todas as dificuldades dessa classe social e transformar em oportunidades, fazendo com que todos consigam ter acesso as instituições financeiras sem qualquer distinção, atuando na pirâmide social. Dessa forma, a utilização da tecnologia pode ser um ponto positivo para os bancos ao assumir um compromisso de que as operações executadas possam atingir toda a classe social, ou pelo menos, a maioria.


Fonte: Administradores.com, escrita por Camila Ponte Gabriel

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